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Os pesos do Risco Fiscal e o Custo Brasil para a economia

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 Conceitos intimamente interligados, ambos se retroalimentam ao longo das diversas nuances da estrutura econômica brasileira. Enquanto o risco fiscal faz, por si só, que a inflação seja um vilão cada vez mais assustador, pois a alimenta com o preço de cada item sempre sendo elevado em demasia, com o passar do tempo. Já o custo Brasil, ou seja, os aspectos (negativos) de se investir no Brasil. E nem sempre são exclusivamente financeiros, como a burocracia, o risco de assaltos, entre outros. Em uma economia saudável (e liberal), ainda que o risco fiscal subisse por algum evento adverso, o custo do país, se fosse realmente liberal economicamente, seria algo que não atrapalharia em nada o investimento e, muito menos, atrapalharia a vida da população que viveria naquela nação. Créditos da imagem: kschneider2991 - Pixabay Isso por si só, já evitaria que o risco fiscal fosse agravado, pois ainda que em crise, poderia valer a pena investir em tal país, no longo prazo, do que em outros...

Galípolo afirma que decisão sobre juros será feita "reunião a reunião"

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Créditos da imagem:  Reprodução / Ton Molina / Bloomberg Gabriel Galípolo, recém-aprovado para o cargo de presidente do Banco Central, afirmou no Fórum de Investimento, dia 13, em São Paulo, que a instituição irá analisar e avaliar "reunião a reunião" os indicadores econômicos, antes de se decidir sobre a taxa básica de juros, a Selic. Segundo informações do portal Poder 360, ele afirmou que a meta de inflação de 3% é o principal objetivo do Banco Central e evitou emitir projeções ao mercado, conhecidas como 'guidance' no mercado. Ratificou que o Banco Central não abrirá mão da meta de inflação e que a instituição acompanha com atenção os dados do mercado de trabalho, além de indicadores do comércio e de desemprego.